Dom, 20/05/2012 06:47
" Cultura de Pentecostes" e "civlização do amor" são temas que emergem dos pronunciamentos recentes do Magistério da Igreja Católica. João Paulo II, numa locução de 2002 dirigida ao Rinnovamento nel Spirito Santo,na Itália, falou sobre a responsabilidade da Igreja na implantação da civilização do amor , e apontou a Cultura de Pentencostes como a "unica que pode fecundar a civilização do amor e a convivência entre os povos".Em meio a pluraridade cultural contemporânea,parece ser utópica a proposta de trabalhar para construir uma civilização do amor.Cada grupo de pessoas comporta-se de maneira diferente,gerando, a seu modo,novas culturas ou remodelando as já existentes.Os cristãos , por sua vez,a partir da experiência eclesial de pentecostes e segundo os ensinamentos e modo de viver de Jesus,passam a ter um novo estilo de vida,comportamentos que se refletem numa nova forma de pensar e agir segundo o Espírito.Embora inseridos em culturas específicas no tempo e na história,tornam-se agentes transformadores a partir dessa nova vida no Espírito.O Espírito Santo prometido por Jesus,"principal agente da evangelização",segundo as palavras de Paulo VI ,é quem anima e capacita nessa missão. A civilização do amor tem sua fonte no Espírito ,que em Deus ,é o laço que une reciprocamente o pai ao Filho - sentido teológico da pessoa do Espírito.O Espírito não se impõe,mas em virtude de sua característica de ser, em Deus dom interpessoal,deve ser acolhido como aquele que nos une como une Pai e Filho na Trindade.Sua ação é ,portanto,o dom pelo qual Deus que é Amor, comunica-nos a sua vida,o amor que anima a vida das pessoas, das comunidades e da sociedade . Nesse sentido,Pentecostes é a efetivação do dom (envio,missão) do Espirito na história, feito pelo Filho encarnado,morto e glorificado, que nos leva a participar da vida divina,no amor,e viver em comunidade como mostram os últimos versículos do capítilo 2 dos Atos dos Apostolos.A igreja por sua vez, tem por missão testemunhar, pela vida e pelo louvor ,o primado do dom do Espírito oferecido a todos os humanos.Ela é convidada a participar da vida de Deus desde agora, comunhão no Espírito, no amor:a civilização do amor. A cultura de Pentecostes não depende de um conjunto de normas ou pressupostos teóricos.Ela é antes resultado de uma presença ativa do Espírito na vida de fiéis que se deixam por Ele possuir e conduzir, e que por isso,testemunham o amor com parresia e alegria evangélica,no cotidiano e em suas múltiplas relações .Ela não se impõe,substima ou exclui a diversidade de culturas presentes na humanidade .Antes , à luz do ministério pascal e de seu coroamento com a vinda do Espirito em Pentecostes,"purifica"(cf.Ez.36,25.29) e leva à perfeição diversas culturas.Desse modo é compreendida sob a perspectiva que aqui procuraremos expor,a Cultura de Pentecostes apresenta-se,de fato,como sendo a única que pode fecundar a civilização do amor e convivência entre os povos,segundo as palavras de João Paulo II. Este e estudo continuará no próximo mês acompanhe. (Revista Teológica da Renovação Católica do Brasil A.01-n.01- 2012) Graças ao nosso bom Deus, e a nossa coordenadora, conseguimos uma entrevista com Sidney dias Rocha, Coordenador do Vinde e Vede 2012. Dirigiram-se em seguida a uma casa. Aí afluiu de novo tanta gente, que nem se podiam tomar alimento. Quando os seus o souberam, saíram para o reter; pois diziam: "Ele está fora de si". Na visão de muitos antropólogos, o homem possui uma necessidade de viver em ciclos, com marcos que possam estabelecer noções de términos e reinícios. Na tradição da cultura ocidental, no entanto, o tempo apresenta-se de forma linear e momentos como a "passagem de ano", por exemplo, parecem sugerir espontaneamente um "recomeçar a vida", num esforço de manifestar esse desejo cíclico do ser humano. Por que temos tanta certeza de que os nossos Grupos de Oração são tão valiosos? O que nos fez chegar a essa conclusão? O próprio Senhor! E é Ele que pede que não nos afastemos de “Seu Coração”, ou seja, de nosso Grupo. “Não são carnais as armas com que lutamos. São poderosas em Deus, capazes de arrasar fortificações. Nós aniquilamos todo raciocínio e todo orgulho que se levanta contra o conhecimento de Deus, e cativamos todo pensamento e o reduzimos à obediência à Cristo” (2Cor 10, 4-5).
“Temei a Deus e dai-lhe glória, porque é chegada a hora do seu julgamento. Adorai aquele que fez o céu e a terra, o mar e as fontes” (Ap 14,7).
Em 1984, o Papa João Paulo II entregou aos jovens do mundo inteiro uma Cruz peregrina e um Ícone de Nossa Senhora que se tornaram os símbolos da Jornada Mundial da Juventude (JMJ). A partir de 1994 estes símbolos passaram a percorrer em peregrinação os países que receberiam a JMJ um ano antes do evento.
“Então Pedro, cheio do Espírito Santo, respondeu-lhes: ”Chefes do povo e anciãos, ouvi-me, se hoje somos interrogados a respeito do benefício feito a um enfermo, e em que nome foi ele curado, ficai sabendo: foi em nome de Jesus Cristo Nazareno que vós crucificastes, mas que Deus ressuscitou dos mortos. Por ele é que este homem se acha são, em pé, diante de vós. Esse Jesus, pedra que foi desprezada por vós, edificadores, tornou-se pedra angular. Em nenhum outro nome há salvação, porque debaixo do céu nenhum outro nome foi dado aos homens, pelo qual devamos ser salvos” (At 4,8-12). Os primeiros cristãos marcaram a história da humanidade. E nós, que diferença estamos fazendo no mundo? Meu irmão, minha irmã, eu peço que você leia com atenção o breve texto abaixo, que retrata um estilo de vida que muito nos diz respeito: “Eles estão na carne, mas não vivem segundo a carne; moram na terra, mas têm sua cidadania no céu; obedecem às leis estabelecidas, mas com sua vida ultrapassam as leis; amam a todos e são perseguidos por todos; são desconhecidos e, apesar disso, condenados; são mortos e, desse modo, lhes é dada a vida; são pobres, e enriquecem a muitos; carecem de tudo, e têm abundância de tudo; são desprezados e, no desprezo tornam-se glorificados; são amaldiçoados e, depois, proclamados justos; são injuriados, e bendizem; são maltratados, e honram; fazem o bem, e são punidos como malfeitores; são condenados, e se alegram como se recebessem a vida” (carta a Diogneto, n. 5).
Praticando o Carisma de Línguas na RCC Tema delicado porque envolve emoção, desestabiliza nossos velhos hábitos, nossas seguranças humanas e nossa falsa grandeza. Quando menos uma pessoa merecer o seu amor, é quando ela mais necessita dele.Perdoe, perdoe quantas vezes forem necessárias, liberte seu coração do ressentimento, abra-se paranovas emoções |
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